O Brasão de Armas do Município, de autoria de Oswaldo
Pereira, foi instituído pela Lei Municipal de nº 744, no
ano de 1972.
É um escudo português, que tem:
Na parte de cima, uma coroa.
À esquerda um fuso que evoca a padroeira da cidade “Sant`Ana”.
À direita um desenho serrilhado que representa a Serra
da Fartura.
Embaixo deste três faixas representando os rios do
Município: Verde, Fartura e Jaguari.
Ao lado, à esquerda um ramo de arroz – ao lado à direita
um ramo de café, indicando algumas das principais
culturas do Município.
Finalmente abaixo o dístico “ERGO POSSVM” (Portanto
Posso), significando a determinação e a vontade de
vencer.
BRASÃO DE ARMAS – HISTÓRICO 2
Descrição:
Em 1972, na gestão do Prefeito Alfeu Rodrigues do
Patrocínio, foi criado o Brasão de Armas do Município de
Vargem Grande do Sul, de acordo com o que conta no
parágrafo do artº 1º da Constituição da República
Federativa do Brasil ( Emenda Constitucional nº 1 de
17.10.1969 e leis complementares posteriores), e cujo
uso passa a ser regulamentado pela Presente Lei.
Art.2º - O Brasão de Armas do Município de Vargem Grande
do Sul, apresenta as seguintes características
heráldicas:
Escudo português, partido, encimado pela Coroa Mural dos
Municípios.
A destra (direita), em campo de goles (vermelho), um
fuso em ouro e preto, atributo que evoca a Padroeira da
cidade, Nossa Senhora Sant’Ana.
A sinestra (esquerda), em campo de ouro, peça endetelado
(servilhada) em sinople (verde) representando a Serra da
Fartura e abaixo, três faixas em blau (azul),
representando os rios do Município: o Rio Jaguari, o Rio
Verde e o Rio Fartura.
Como suportes, a destra, ramos de arroz frutificados e a
sinestra um ramo de café, também frutificados indicando
as principais culturas.
Em listel de prata, escrita em goles, a divisa “ERGO
POSSVM” (Portanto, Posso), significando que a
determinação e a vontade de fazer, realizar, vencer não
são detidas por nenhum obstáculo material ou humano tudo
o que desejamos para a nossa cidade será conseguido se
nos empenharmos com perseverança e obstinação, pois,
quem faz a grandeza de uma terra são seus próprios
filhos e aqueles que nela vivem.