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Festa das Nações:
sucesso também no segundo dia
Sexta-feira (13) no segundo dia da 11ª Festa das
Nações, muita gente bonita marcou presença para apreciar o belíssimo
trabalho do Departamento de Cultura, com fantásticas parcerias com
escolas, empresas, entidades e a beleza de apresentação de nossos
competentes e lindos artistas - também uma de nossas riquezas e orgulho.
Não devemos nada à ninguém, de verdade.
A praça de alimentação, como sempre, presenteando
ao público uns quilinhos a mais, pela fantástica variedade de quitutes.
Todas as apresentações, mérito de professores,
alunos e pais, foram de grandeza ímpar. O grupo de danças da Cultura,
cada ano melhor.
A Escola D. Pedro arrasou com o encerramento,
envolvendo o público na emoção e encantamento com um pedido de paz
e união. Linda apresentação de Jaqueline como Hitler/Carlitos
representando a mais linda cena de O grande ditador - último discurso do
gênio Charles Chaplin, com a coreografia do professor Ivair, competente
em tudo que realiza e sua assistente Tauany e com o apoio incondicional
do corpo docente e diretoria da Escola D. Pedro II.
Vale a pena mostrar aqui, o primeiro trecho do
Último discurso, quem sabe assim, alguns "que se acham poderosos"
acordem. pois ainda há tempo.
" O último discurso - O
grande ditador
Sinto muito, mas não pretendo ser
um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou
conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar - se possível -
judeus, gentios ... negros... brancos.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim.
Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu
infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste
mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a
todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porem nos
extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens...levantou no mundo as
muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a
miséria e os morticínios Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos
enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos
deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos: nossa
inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem
pouco.
Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que inteligência
precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de
violência e tudo será perdido".
Confira as
fotos e clique para ampliar
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